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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Em negação


Em 2000, quando tinha 8 anos e ainda não tinha um gosto musical definido, a minha irmã, ainda adolescente na altura, ia-me influenciando com os gostos dela. Apesar de já ter sido há tanto tempo, parece-me tão recente quando ela colocava o álbum do Hybrid Theory, que tinha saído nesse ano, a tocar na aparelhagem aos altos berros. Até aquela altura, em tinha andado limitada a Backstreet Boys, Os Excesso e Britney Spears, fiquei fascinada com a diferença no estilo musical. Dos Linkin Park veio muita coisa a seguir,  não foram a banda dos meus amores de adolescência, mas foram a porta para tudo o que oiço todos os dias. Para mim foi um choque estar no trabalho e ouvir da boca de uma colega minha que o Chester se tinha enforcado... Alias, quando ela me disse que tinha lido no Correio da Manhã, achei que era treta e só depois de ter confirmado numa fonte mais fidedigna é que cai em mim. Não estava mesmo nada à espera que isto acontecesse. 

Seja lá o que te atormentava na vida, espero que tenhas encontrado paz interior.

A banda pode até não acabar, mas nunca vai ser a mesma coisa.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Riverdale


Há uns meses atrás cometi o erro de ver o 13 Reasons Why e depois disso a minha vida nunca foi a mesma... tocou-me tanto que nunca mais consegui achar graça a filmes e séries. Mas decidi que um dia tinha de fazer um desmame e por recomendação de um amigo do meu moço, começamos a ver Riverdale.

A primeira temporada teve 13 episódios e a segunda temporada vai surgir em Outubro.

A trama desenvolve-se em volta de um homicídio que ocorreu numa cidade certinha que veio a revelar que certinha não tem nada.

Mostram-nos imagens visualmente interessantes, os personagens são todos pipis e coise e tal, mas não é nenhum segredo que a série só puxa porque queremos saber afinal quem é que matou o rapaz. Não existe nenhum mal nisso, numa série bem construída as vezes as coisas mais simples são até as que funcionam melhor.

Gostei da série? 

Epá até gostei... mas algumas cenas são tão clichés, tão previsíveis e as vezes tão exageradamente dramáticas que num momento estava vidrada a olhar para o ecrã e noutro momento estava "deixa lá ver se está a acontecer alguma coisa interessante no facebook".  

Para quem não sabe do que estou a falar... está aqui o trailer:



Quem viu, o que acharam?

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pior que os homens


Sabem aquele estereotipo de que uma mulher quando está doente, acaba por agir como se não fosse nada de mais e faz tudo aquilo que precisa de fazer enquanto o homem fica na cama a exagerar que pode ser as suas últimas palavras porque provavelmente vai morrer? Pronto... eu neste cenário sou definitivamente um homem.

Mas depois o papel de mulher mistura-se nisto tudo e o que acontece é que "estou a morrer" mas guardo esse pormenor para mim porque sou muito orgulhosa para admitir que está a doer ou algo que se pareça.

Estou com uma bela de uma amigdalite, antes de começar a tomar o antibiótico, as minhas bichas estavam tão inchadas que a minha garganta quase que fechava. Ontem tinha tantas dores no corpo e tantos calafrios que mal me consegui levantar para me alimentar.

As vezes pergunto-me como é que vai ser quando me juntar e ele estiver em alto mar e eu sozinha em casa, será que vou chamar a mamã para me socorrer ou vou ser orgulhosa e morrer de fraqueza na cama? *






*Não vai acontecer nada, vou ganhar vergonha na cara e cuidar de mim porque têm que ser.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Converter-me numa dona de casa xpto


Ainda não há mobília nem chave na mão, ainda não tenho nada para arrumar, limpar ou seja o que seja, mas já estou a pensar em algo inevitável... Qual será a minha performance como dona de casa?
Vou ser sincera, não conheço a vida de outras pessoas a fundo, mas o facto é que não conheço ninguém tão desarrumado ou desleixado como eu.

Sou o tipo de pessoa que dá prioridade a dormir a arrumar o quarto.

Não sei se é da quantidade de tralha que tenho na casa dos meus pais, não sei se é de não ter as coisas à minha maneira, mas a realidade mais provável é que eu sou uma preguiçosa nata.

Pessoas bué adultas da cena que já andam na vida de morar fora da casa dos papás há mais tempo, digam-me uma coisa... também eram assim e a coisa mudou? Ainda há esperança na minha pessoa? É possível que estime mais a casa por ser MINHA?

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Desamores de uma empregada de mesa (1)


Quando te dizem que querem fazer já já o pedido porque estão com imensa pressa e depois ficam a fazer sala até depois da hora da tua saída.